Em mais um episódio da árdua jornada de nossa amiga, ela gasta toda a sua energia antes mesmo de tirar o pé da cama!

Mas mesmo surgindo através de uma obra desse nível, as graphic novels só se tornaram mais populares após três décadas. Porque será? Bem, mesmo não sendo uma historiadora, posso ensaiar algumas conclusões.
HQ sempre foi um grande sucesso pelo seu baixo-custo, graças ao projeto gráfico com o uso de recursos baratos e pela grande produção em série. Enquanto que as graphic novels tinham um conceito de apresentação sofisticada e eram publicadas como um produto especial, sendo assim, mais caro.
Atualmente, mesmo ainda sendo mais sofisticadas que as HQs, as graphic novels estão mais baratas pelo projeto gráfico mais simples e por não serem lançadas apenas em coletâneas especiais, resultando em uma diversidade de autores muito maior.
As HQs tinham como público principal os meninos aficionados por super-heróis, RPGs e vídeo-games, já as graphic novels (novelas gráficas) ampliam o leque para um público mais adulto e culto, além de atrair mais a atenção das leitoras do que as tradicionais HQs.
Acredito, também, que pegando uma carona nessa onda de reality shows, sinônimo de personagens “reais” em situações “reais” e de possibilidades “reais”, as graphic novels trazem um frescor para o voyeur existente dentro do leitor de romances e do espectador de novelas, de fotonovelas e de reality shows, ou seja, todos nós.
E pra você, qual é o motivo desse sucesso atual?
Este é o primeiro episódio que a nossa querida amiga sofre um grande salto em seus pensamentos constantemente negativos, e finalmente, se dá conta de que está VIVA.
Você pensa que nossa persongem é sempre a vítima da mediocridade? Neste episódio, será revelado que ela está muito acima disso, literalmente.
Nossa personagem rabugenta não gostaria de ser tão nervosinha assim, ela tem os seus métodos para se tornar uma mulher mais centrada. Mas a questão é: será que ela consegue?
