FEMME FABRICATE

5 janeiro, 2010 por Lina Molina

texto de introdução etc etc…

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Cómo no hacer nada

20 dezembro, 2009 por Lina Molina

comonohacernada

Esta é mais uma graphic novel de Guy Delisle, mas não é sobre ele que vou comentar, deixo isso para o Ale que é super fã e poderá escrever com muito mais paixão do que eu.

Vou apenas recomendar a leitura do “Cómo no hacer nada”, uma graphic novel bem-humorada e muito interessante, principalmente para quem tem vontade de criar histórias. Neste livro, ele publicou várias das histórias que foram criadas no decorrer de sua carreira, e através delas percebemos a evolução do seu traço e como a sua capacidade de desenvolver histórias em cima de acontecimentos extremamente triviais é genial.

Pelo que sei, até o momento este livro ainda não está em nossas livrarias, mas fiquem atentos porque vale muito a pena usá-lo como inspiração.


SINALIZAÇÃO ORGÂNICA

17 dezembro, 2009 por Lina Molina

Quais características podem fazer de um humanóide uma sinalização ambulante?

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CONTOS NA ACADEMIA I

17 dezembro, 2009 por Ale Venancio

Arte Autoral X Comercial

17 dezembro, 2009 por Lina Molina

É certo que existe lugar pra todos, para os que criam a favor do que o mercado pede e os que unem a expressão artística com o ganha pão.

Gente como Quentin Tarantino, Clint Eastwood e Tim Burton são alguns desses caras que conseguem vender sua expressão artística para um público considerável, infelizmente não tão grande quanto o público do Titanic, mas não acredito que o objetivo deles seja atingir todo esse povo.

Mas também é muito bom conhecer os que não tem tanta projeção, ficando de olho no que existe pelos festivais, que estão cheios dessas pérolas ainda não expostas para o grande público.

Confesso que eu mesma não tenho visitado tantas mostras quanto desejaria, mas deixo aqui algumas referências pra vocês, o animador Victor Hugo Borges, adoro o seu estilo “Tim Burton” e John Canemaker, conhecido por animar roteiros sobre abusos infantis.


Nova História – Sugar Daddy

16 dezembro, 2009 por Ale Venancio

Um contrato com Deus

Nova história no ar, no 15 minutos. Essa foi inspirada em algo que aconteceu com meu amigo Rogério e sua esposa Gabi. A história foi publicada originalmente aqui. Já aproveita e navega pelo blog dele, o AmuseBouche, que eu adoro.

Sugar Daddy

15 dezembro, 2009 por Ale Venancio

Texto de introdução… imagem de entrada…

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Abraços Partidos

14 dezembro, 2009 por Ale Venancio

Magritte

Ontem assisti a Abraços Partidos, o novo filme de Almodóvar. Adorei. Tudo o que se espera de Almodóvar está lá. A estética Flamboyant (talvez um pouquinho mais contida), a narrativa fragmentada que mistura diversos tempos, o clima “noir” e, claro, as excelentes interpretações. E uma possível referencia me chamou a atenção. Uma cena da Penélope Cruz fazendo amor com seu marido, me pareceu intencionalmente inspirada no quadro de Magritte (reproduzido acima). Quando assistir, preste atenção nesse detalhe…

Ma Circoncision

9 dezembro, 2009 por Ale Venancio

Um contrato com Deus

Ontem acabei de ler Ma Circoncision, que, apesar de estar em Francês, eu comprei aqui na Livraria Cultura do Cj. Nacional, junto com outros 2 livros da editora L’Association. A obra relata um curto período de tempo, os 3 meses que antecedem a circuncisão de um garoto de uns 6 anos de idade, na Síria. A obra, que parece ser autobiográfica,  é interessante. Principalmente pelo choque cultural. Costumamos confundir os países do Oriente Médio (assim como o resto do mundo confunde os países da America Latina), bom, eu pelo menos me confundo. Então é difícil falar de um lugar como a Síria sem estereotipar. Mas o que marcou para mim no livro foi a violência. Não estou falando de guerra, de bombardeiros vindo de Israel e vice-versa, mas sim da forma bruta como as crianças são tratadas por pais e professores. E já que ele foi escrito por alguém de lá, Riad Sattouf, deve corresponder a uma das realidades (e não uma fantasia aplicada a países do “eixo do mal”). De qualquer forma o livro é interessante e despertou novamente uma antiga curiosidade minha, conhecer Damasco.

Os contos de Allan Poe

8 dezembro, 2009 por Lina Molina

Em uma de minhas caminhadas pela Paulista, vi uma projeção de animações na Casa das Rosas, que tinham como roteiro os contos de Edgar Allan Poe.

Até então eu só conhecia a poesia Vincent, animada por Tim Burton. E conhecer a sua obra em outras animações me fez concluir que o terror de suas histórias não é aterrorizante, mas cativante.

Os crimes são cometidos por frágeis personagens, que em algum momento de suas vidas se deixam levar por seus instintos primitivos e realizam seus desejos medonhos com atos de crueldade.

E no final, acabamos julgando esses atos como inocentes, pois o caráter dos personagens oscila entre a sanidade e a loucura num piscar de olhos, e curiosamente nos pegamos torcendo por esses seres profundamente humanos.

Outra animação e dicas do que se pode encontrar na net:

Annette Jung também expôs um poema que conta a história do filho que matou o próprio pai por não suportar o seu olho defeituoso. Não encontrei essa animação, mas pelo menos é possível conhecer outros projetos da animadora.

Marc Lougee participou com a animação “The pit and the pendulum” e encontrei esta sequência de videos do making-of.


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