
Em 26 de fevereiro, será lançada pela editora francesa Dargaud, a HQ Le diable amoureux : et autres films jamais tournés par Méliès, que conta a história de Georges Méliès, o pai dos efeitos especiais e grande artista, que contribuiu de diversas formas para que o cinema não caísse no esquecimento.
Divirta-se com as trucagens criadas por Méliès!Le Diable Noir (1905)


Vocês tem indicações de mais algumas “pérolas”?
A mais nova história de Humanotipo reúne dois tipos diferentes em uma única trama.
Em um dos raros momentos de mistura entre seres tão distintos, o cara artístico interage com o cara pop, se é que tal interação é possível…

E encantada com toda aquela vivência, sabedoria e simpatia fui tomada por uma baita vergonha: “Como eu nunca tinha ouvido falar de Álvaro de Moya? Que vergonha!!!”
Corri atrás de livros e um pouco mais de informação, e o que indico pra vocês é o livro História da História em Quadrinhos, da editora brasiliense. Eu o defino como o seu próprio autor, um livro cheio de sabedoria e simpatia no texto.
OBS. Assim que eu terminar de ler Shazam! eu conto pra vocês, parece ser um livro incrível também.
Algumas pessoas levam ao extremo a ideia “vendida” de como se comportar bem ecologicamente, mas não param pra pensar no que isso significa e como o conceito poderia ser aplicado de verdade.
Uma crônica da adolescência gay e as aulas de educação física.
Veja a localização dessa história aqui. Preciso registrar que meu antigo “personal”, o Cléber (o melhor personal por sinal), não tem nada a ver com a imagem que o personagem Leandro tem do professor de educação física dele…
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Acredito que quando as raízes da criação dos personagens são arquetípicas, ou seja, familiares a todos, essa empatia naturalmente acontece.
Os na’vis são fadas, são índios, são primatas. Eles tem muito do que tivemos no passado, do que vemos nos índios ou que já vimos representado na própria tela do cinema e em livros: seres humanos guerreiros e unidos em um só corpo com a natureza.
Isso tudo é fascinante, ainda mais em uma época cheia de desastres naturais, cheia de “vingança” da natureza contra o homem, rs… esse pensamento é primitivo mas passa pela cabeça de muita gente, e acho que após a revolução industrial, nunca refletimos tanto sobre o meio ambiente e a destruição que o nosso meio de vida tem causado.
Mas não posso terminar o post sem mencionar o tão conhecido vai e vem das historinhas de amor, o “menino levado” que no início não tem a aprovação da moça e só será aceito pelos pais da menina quando provar, no final do filme, que se tornou um homem nobre e digno, além de exemplo moral e até salvador do mundo! Olha só que beleza!
Ai… ai… o amor cinematográfico… porque pega tanto, hein?
