Sem Orelha!

Avatar e os Na’vis

avatar-filme

Não vou escrever sobre o óbvio de Avatar, a inovação tecnológica, pois isso está em mutação constante, hoje é o cinema 3D, amanhã é outra coisa… então não, o que quero é questionar porque alguns personagens pegam tanto. Eu mesma fiquei com os protagonistas na cabeça por algum tempo e a sensação de familiaridade volta quando vejo esta foto da Neytiri.

Acredito que quando as raízes da criação dos personagens são arquetípicas, ou seja, familiares a todos, essa empatia naturalmente acontece.

Os na’vis são fadas, são índios, são primatas. Eles tem muito do que tivemos no passado, do que vemos nos índios ou que já vimos representado na própria tela do cinema e em livros: seres humanos guerreiros e unidos em um só corpo com a natureza.

Isso tudo é fascinante, ainda mais em uma época cheia de desastres naturais, cheia de “vingança” da natureza contra o homem, rs… esse pensamento é primitivo mas passa pela cabeça de muita gente, e acho que após a revolução industrial, nunca refletimos tanto sobre o meio ambiente e a destruição que o nosso meio de vida tem causado.

Mas não posso terminar o post sem mencionar o tão conhecido vai e vem das historinhas de amor, o “menino levado” que no início não tem a aprovação da moça e só será aceito pelos pais da menina quando provar, no final do filme, que se tornou um homem nobre e digno, além de exemplo moral e até salvador do mundo! Olha só que beleza!

Ai… ai… o amor cinematográfico… porque pega tanto, hein?

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Esse post foi publicado sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 às 10:43, e arquivado em Arte, Cinema, por Lina Molina.
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