Dia desses estava almoçando no Ritz e vi uma mãe brigando com sua filha adolescente. Como ela estava em um ambiente público, preferiu levantar o tom da voz discretamente. Some a isso o fato de que o rosto dela não era dos mais expresivos (graças aos prováveis milhares de aplicações de toxina botulínica, aposto), quem pode culpar a filha chatinha por essa não entender a mensagem vinda da mãe?! Que essa estava de fato se indispondo com ela, e não apenas relatando algo. É, pelo jeito estamos na época da “cara de paisagem”, o que não é bom se você precisa desenhar expressões estereotipadas, como eu, ou se você for atriz americana querendo fazer filme inglês sério. E tudo isso me faz lembrar o caso Tom Ford…




Enfim, a lista é longa, mas deixo o espaço para quem mais quiser. Experimente!
Para compensar a leitura de um assunto irritante, divirta-se com uma das primeiras animações da história, Humorous Phases Of Funny Faces de James Stuart Blackton, de 1906.