Cotidiano

EU FAÇO TERAPIA

19 de julho de 2010

É verdade que explicar porque estamos fazendo terapia não é tarefa fácil. Mas também é fato que  validar a idéia de que estamos loucos torna o “fim de papo” mais possível.

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ELEIÇÃO É A BOLA DA VEZ

15 de julho de 2010


O RIO DE JANEIRO CONTINUA LINDO, MAS…

14 de julho de 2010

Este texto foi escrito por Tais Venancio…

Antes de mais nada preciso dizer que amo o Rio. Sempre amei.  Sempre vou amar!

E não é um amor alienado, de turista de final de  semana, que pode ou achar a cidade linda, sofisticada o povo alegre e  descontraído, ou considerar as pessoas folgadas, preguiçosas e Ipanema  fedido. Não tenho nenhuma dessas imagens, amo o Rio como amo qualquer  metrópole, sei das dores e das delícias.
Ontem eu voltava do Rio em direção à São Paulo com mais duas amigas quando fomos paradas por uma Blitz  policial na Linha Vermelha. Ainda estavamos entorpecidas pelo prazer que  havia sido nosso final de semana, mas o sinal do policial para que  parassemos foi um aceno a realidade que eu havia abstraído.

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PAPO ENTRE COLEGAS

12 de julho de 2010

Em mais este episódio de Verdades Absolutas, quero abrir os olhos da galera que não tem tido ouvidos ultimamente. Quem nunca deixou de escutar o outro num papo porque estava doidinho para contar a sua versão da história?!

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A IDADE CERTA PARA…

8 de julho de 2010

Já escutei esta “verdade absoluta” de várias maneiras e de diversas pessoas, mas esta foi extraída de uma conversa entre dois colegas de trabalho num metrô.

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PÁTRIA AMADA

3 de julho de 2010

Tempos de Copa… bate forte aquele orgulho de SER BRASILEIRO. E juntos todos gritam: “VAI BRASIL!”, mas murmuram: “QUE MERDA DE PAÍS!”

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VÓ SURDA

15 de maio de 2010

Esta historinha meiga é real e apesar de simples, acho a história ótima!!!

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MATILDA FURACÃO

4 de abril de 2010

É… dona Matilda… quem te viu, que te vê…

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Pra não esquecer I – Nosso “querido” presidente!

16 de março de 2010

tomford

Isto não é um blog político. Entretanto eu me considero um cidadão consciente. Estamos em um ano eleitoral e, desde o começo do segundo mandato de Lula, tenho vontade de escrever sobre ele. Nunca defini uma forma que valesse a pena. Já imaginei um personagem caricato, um socialista, que comanda uma “republica exportadora de bananas”, que é adorado pelo povo que gosta de soluções superficiais e imediatas (ou seja, mais ou menos 73% da população) em um paraiso tropical num calor de 40 graus a sombra. Eu contaria uma história que se passaria com esse lider em uma situção específica, meio “Dr. Jivago”. Mas ai pensei que isso já até aconteceu em uma ilha distante no Caribe. Desisti, por enquanto.
Mas continuava com vontade de desabafar. Mas como eu poderia falar mal de Lula se , até o começo do segundo mandato, a única coisa que realmente me irritava nele era a forma como falava (o que irrita ainda muito, por isso prefiro ler o que ele falou a escutá-lo). Só que se eu fizesse isso, com certeza me acusariam de ser “burguês e elitista”, ou algo do tipo. Então desisti de novo. Mas de repente, Lula começou a me dar muitos motivos para criticá-lo. E hoje ele e seu governo são um prato cheio para críticas (ok, não só hoje, já faz bem mais tempo, mas convenhamos, tem piorado muito). Não preciso falar do populismo descarado, por se portar como um típico popular governando da laje de casa num domingo de churrasquinho…  Agora, posso falar de assuntos que sei que fazem parte do seu governo, e considero ter os argumentos básicos para criticar, como o fracasso da sua política externa, ou o gasto público exorbitante, o abuso de medidas populistas. Eu posso também falar de algo que me assusta muito mais, muito mais que uma politica econômica ruim, por exemplo. Eu tenho medo do seu constante ataque à democracia. Desde a expulsão do Brasil do jornalista do New York Times por associar lula ao consumo de álcool (de onde ele tirou esse idéia?!?!) até a recente defesa as “ditaduras” (tem que ser entre aspas porque, teoricamente, são democracias) da América Latina. Ai, como eu admiro o Chile…
E agora a última pérola do presidente em relação a sempre onipresente Cuba e seus presos políticos. E justo ele, que já foi um preso político e já fez greve de fome (se bem que, não sendo digno como um preso político cubano, ou Ghandi, trapaceava se “alimentando” escondido de balas e bolachas). Bom, preciso justificar esse post político dentro de um blog sobre quadrinhos e arte. Por isso a pérola de lula acima vem em versão quadrinho. Pronto, problema resolvido. Inauguro assim a séria “Pra não esquecer”, que será basicamente uma memorabilia de fatos ou frases políticas que considero importante relembrar, de tempos em tempos. E, numa democracia, cada um faz o que quiser com isso.
P.S.: Esse mesmo projeto já foi feito, com MUITA competência, por Marcelo Tas (veja aqui).

Guerra ao terror, e outras questões…

15 de março de 2010

mutt-jeff

Finalmente assisti Guerra ao Terror. Achei ótimo. Não somente como entretenimento, mas também pela sua importância histórica. Estava pensando nisso e dei de cara com uma matéria ótima na revista Época sobre o islamismo na Europa chamada “Como desativar as bombas”. Vale muito a leitura (pode ser lida aqui, mas precisa ter cadastro no site). A situação é um pouco aflitiva. Os estudos acima são para uma cena de uma história não finalizada que fiz durante o tempo que morei em Paris. Eu sempre cruzava com essa senhora, vestindo a Niqab, mendigando na saída da estação do metrô. No começo me perturbava bastante, depois já nem percebia mais sua presença. Lembro também de quando passei um curto tempo estudando francês em Genebra, em 2006. Eu saia da universidade e ia até o Coop (o supermercado de lá) comprar meu almoço na Rotisserie para comer numa “ilha” no lago Léman. Tudo parecia encantador. E era, não fosse o fato que eu tinha que cruzar com a única pessoa mendigando que via na cidade, outra senhora vestindo o Niqab.

E, para finalizar, tinha acabado de voltar de uma viagem a Londres logo depois dos atendados de 2005. E estava em Paris na época do atentado ao trem em Madrid.

Talvez tudo isso não tenha nada de especial ou diferente de alguém que simplesmente acompanha os fatos daqui. Mas a situação parece se complicar cada vez mais, eu eu observo muito isso. Para mim, que só posso observar mesmo, serve de referências para crônicas e análises superficiais, mas de uma época específica e que eu considero bem relevante, de transformação. E tendo essa paixão que tenho pelo velho continente, e a imensa curiosidade pelo oriente médio e norte da África, só posso esperar que essa situação (fundamentalismo, jihad, preconceitos etc), sabe-se lá quando, seja “ajeitada” de alguma forma.


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