Cinema

SWEET FEMME

8 de dezembro de 2011

Deliciem-se com uma das frases do filme “Vanilla Sky”, que adoro! Espero que também gostem.

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Mais uma dose

25 de agosto de 2010

Refletir e discutir sobre as eleições merece uma parada para encararmos nossas alucinações de frente, mas acompanhadas de uma imersão profunda que está reservada só para os corajosos! Mais Alice pra vocês!!!

Alice in Wonderland from Álvaro Almeida on Vimeo


ALICE: MORRER PARA VIVER

11 de junho de 2010

Muitos podem criticar horrores mas acho que Alice firma a sua presença no mundo dos contos e a compreensão sobre a sua própria existência neste filme.

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9 A Salvação

4 de março de 2010

Este curta foi o primeiro passo para o longa-metragem que chegou aos cinemas, quem o criou foi o cineasta Shane Acker, que fez o curta como trabalho de conclusão da faculdade.

A repercussão foi tão grande que chamou a atenção de alguns produtores, inclusive de Tim Burton, que se identificou com o visual sombrio e o tema apocalíptico logo de cara.

Confesso que antes de alugar o filme, eu estava cheia dos preconceitos relacionados ao tema, pensava que ia ser mais um filme que fala do fim do mundo, mais um sobre o fim da raça humana, e que fala em como fomos negligentes com tudo, blá, blá, blá…

Até que é mais um desses filmes sim, rs… mas muito original. É preciso ver para entender, se eu tentar explicar vou estragar as surpresas que acontecem durante o filme.

Só posso desejar uma boa curtição para quem optar assistir a mais UM filme, mas na minha opinião O filme, sobre o fim do mundo! rs…


Méliès em HQ

25 de fevereiro de 2010

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Fiquei muito empolgada com essa notícia!

Em 26 de fevereiro, será lançada pela editora francesa Dargaud, a HQ Le diable amoureux : et autres films jamais tournés par Méliès, que conta a história de Georges Méliès, o pai dos efeitos especiais e grande artista, que contribuiu de diversas formas para que o cinema não caísse no esquecimento.

Divirta-se com as trucagens criadas por Méliès!

Le Diable Noir (1905)


Her morning elegance

23 de fevereiro de 2010

Entre tantos outros videoclipes que usam técnicas de animação, acho este, de Oren Lavie, um dos mais incríveis.
Não canso de rever tentando desvendar seus “segredos” de produção.

Vocês tem indicações de mais algumas “pérolas”?


Avatar e os Na’vis

19 de fevereiro de 2010

avatar-filme

Não vou escrever sobre o óbvio de Avatar, a inovação tecnológica, pois isso está em mutação constante, hoje é o cinema 3D, amanhã é outra coisa… então não, o que quero é questionar porque alguns personagens pegam tanto. Eu mesma fiquei com os protagonistas na cabeça por algum tempo e a sensação de familiaridade volta quando vejo esta foto da Neytiri.

Acredito que quando as raízes da criação dos personagens são arquetípicas, ou seja, familiares a todos, essa empatia naturalmente acontece.

Os na’vis são fadas, são índios, são primatas. Eles tem muito do que tivemos no passado, do que vemos nos índios ou que já vimos representado na própria tela do cinema e em livros: seres humanos guerreiros e unidos em um só corpo com a natureza.

Isso tudo é fascinante, ainda mais em uma época cheia de desastres naturais, cheia de “vingança” da natureza contra o homem, rs… esse pensamento é primitivo mas passa pela cabeça de muita gente, e acho que após a revolução industrial, nunca refletimos tanto sobre o meio ambiente e a destruição que o nosso meio de vida tem causado.

Mas não posso terminar o post sem mencionar o tão conhecido vai e vem das historinhas de amor, o “menino levado” que no início não tem a aprovação da moça e só será aceito pelos pais da menina quando provar, no final do filme, que se tornou um homem nobre e digno, além de exemplo moral e até salvador do mundo! Olha só que beleza!

Ai… ai… o amor cinematográfico… porque pega tanto, hein?


Beyoncé e Josephine Baker

19 de fevereiro de 2010

Nunca pensei que escreveria um post sobre Beyoncé. Não sei nada sobre ela, e escutei somente o básico…

Mas na verdade esse post não é sobre ela, é sobre Josephine Baker. O estagiário aqui da agência não a conhecia (normal, ele tem 20 anos), mas pensei que muita gente pode achar que esse jeito Beyoncé de dançar (meio galinha d’angola) seja algo novo. Não é.

Foi novidade nos anos 20, quando josephine Baker deixou os  Estados Unidos para dançar e cantar, praticamente nua, para a plateia parisiense. O amor dos franceses por ela era enorme e em 1937 ela se tornou cidadã francesa.

Hemingway dizia que ela era a “mulher mais sensacional já vista”. Ela adotou 12 crianças de diferentes nacionalidades, e Vinicius de Moraes dizia brincando que ela queria adotar Toquinho, pois faltava um brasileirinho.

Das fofocas, dizem que ela, enquanto casada, teve um caso com Collete e com Frida Karlo, entre outras(os).

Resumindo, ela me parecia bem mais interessante que Beyoncé. Mas acho que poucos irão concordar comigo.

Ah, e pra fechar, um video da Madelaine Peyroux cantando o maior sucesso de Josephine Baker: J`ai deux amours.


Cena do chuveiro

18 de fevereiro de 2010

psicose

Comentários, seguidos de risos, dos meus alunos sobre a cena do chuveiro: “O quê? É isso? Que chato! Não mostra nada?”

Mas é isso aí, geração Jogos Mortais, não mostra nada, mas mostra tudo. Assim como o espaço entre um quadrinho e outro pode ser um vazio preenchido pelo leitor, o corte entre uma ação e outra tem esse mesmo efeito. E sendo assim, eu concluo que quem não consegue ver os detalhes do crime no chuveiro é porque sofre de cegueira do olho da imaginação. E é preciso ter esses olhos bem abertos pra entender porque esta é a cena mais famosa do cinema.

Palavras do Hitchcock: “A montagem dos fragmentos do filme, a fotografia, a trilha sonora e tudo o que é puramente técnico conseguiram arrancar berros do público.” “O que emocionou o público foi o filme puro.”

E então? Façamos um trato? Vamos parar de conhecer o cinema só através dos “Cinemarks da vida” e garimpar o que tem de bom por aí? E não precisa ir muito longe não… Psicose foi feito em 1960, volte um pouquinho no tempo e abra os olhos.


“Dónde sale tu arte? …

27 de janeiro de 2010

… Qué sabio es el que comparte.” _ Trecho da música No corras tanto dos madrilenhos el Combolinga ilustrada por este fantástico videoclipe.

Conheci esta animação no Animamundi de 2009 e me identifiquei logo de cara. Quem sabe isso não acontece com você também?

Afinal, é uma música que fala COM os introspectivos, os autoreflexivos, os observadores, os sensíveis, enfim, que fala com OS ARTISTAS. E de uma maneira esplêndida!


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